O que estamos fazendo aqui?

Bom, o que estamos fazendo aqui neste planeta, eu não sei. Mas aqui, neste blog, eu tenho uma pequena ideia.

Não sei se deu pra perceber, mas essa pessoa que escreve por aqui sofre de ansiedade. E, durante muito tempo, deixou que esse pequeno probleminha controlasse muita coisa em sua vida. E, desde que percebeu isso, vem tentando inverter os papéis. É uma batalha diária.

Escrever sempre foi uma forma de terapia pra mim, mesmo quando eu não tinha nem ideia do que era fazer terapia. Escrever sobre tudo – e sobre nada ao mesmo tempo. Essa não é nem minha primeira (ou segunda) tentativa de manter um blog. Vou tentar juntar essas duas coisas: minha luta diária contra o CID F419 (transtorno ansioso não especificado) e minha forma favorita de expressão – sentar na frente de uma telinha e soltar o verbo. Sobre tudo. Sobre nada.

Meu tema é minha ansiedade. Meu tema é como minha ansiedade me faz ver o mundo. E me faz ver o que faço, o que assisto, o que leio, o que sinto, o que penso da vida. Vou tentar com máximo afinco – em amor à minha obsessão por caixinhas – deixar as coisas organizadas por aqui e separar cada pequena loucurinha por tema.

Sei que tudo isso aqui está muito mais profissional do que deveria para um blog tão pessoal. Um domínio legal, um tema incrível, um site de verdade, bem pensado, bem layoutado. Obviamente isso não é obra minha. Renan é o responsável por isso.

Renan é meu marido. Meu melhor amigo. Meu canal de comunicação com o mundo. Minha duplinha. Meu safe haven. A única pessoa no mundo que é capaz de conviver comigo 24 horas e, ainda sim, ter motivos para sorrir no final do dia. E ele também é a pessoa mais habilitada que eu conheço – e eu conheço muita gente habilitada no mundo – pra pegar uma coisa e deixá-la incrível. Qualquer uma. Tipo esse site. O casamento. Um passeio no parque. Qualquer coisa.

É isso.

Vamos cozinhar?